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Rodar um nó Brisvia
Um nó valida a cadeia por conta própria e ajuda a rede a permanecer descentralizada. Você não precisa minerar, e rodar um nó não gera BRVA — é como você verifica a Brisvia de forma independente e a mantém saudável. Estas são as maneiras de rodar um, da mais fácil à mais avançada.
O que um nó faz
Um nó completo baixa e verifica por si mesmo cada bloco e transação contra as regras de consenso, e os retransmite para outros nós. Algumas distinções rápidas:
Rodar um nó não gera BRVA sozinho. O nó em si não precisa de endereço de pagamento, chave privada nem frase de recuperação — o Brisvia Desktop gerencia a carteira separadamente.
Jeito mais fácil — Brisvia Desktop
O aplicativo de desktop reúne um nó completo, uma carteira e um minerador em um só programa. Para a maioria das pessoas, isso já basta.
Rodar o Brisvia Desktop lhe dá um nó completo que valida. Ele só se torna um nó acessível publicamente se a porta TCP 9342 puder alcançar seu computador pela internet — muitas conexões residenciais ficam atrás de um roteador, firewall ou CGNAT e não aceitam conexões de entrada por padrão.
Avançado — compilar e rodar o Brisvia Core
Para operadores e desenvolvedores que querem um nó standalone. O Brisvia Core é um fork do Bitcoin Core v30.2; a peça extra é o RandomX. Ainda não há um binário pré-compilado, então você compila a partir do código. Os guias de compilação por plataforma estão no repositório.
1 · Clonar com submódulos (o RandomX é um submódulo fixado)
git clone --recursive https://github.com/brisvia/brisvia.git
cd brisvia2 · Compilar o RandomX e depois o Brisvia Core
cmake -S src/randomx -B src/randomx/build -DARCH=native
cmake --build src/randomx/build -j"$(nproc)"
cmake -B build
cmake --build build -j"$(nproc)"`-DARCH=native` otimiza o RandomX para esta máquina — ótimo para rodar aqui, mas o binário resultante pode não rodar em outros processadores.
3 · Um arquivo de configuração mínimo (chamado bitcoin.conf, na sua pasta de dados)
server=1
listen=1
port=9342
rpcport=9338
rpcbind=127.0.0.1Não precisa de rpcuser/rpcpassword para uso local — o bitcoin-cli usa o cookie RPC criado dentro da pasta de dados.
4 · Iniciar o nó
./build/bin/bitcoind -chain=brisvia -datadir="$HOME/brisvia-mainnet" -daemon5 · Parar corretamente (deixe fechar os bancos de dados — não mate o processo)
./build/bin/bitcoin-cli -chain=brisvia -datadir="$HOME/brisvia-mainnet" stopVerifique se está sincronizando
./build/bin/bitcoin-cli -chain=brisvia -datadir="$HOME/brisvia-mainnet" getblockchaininfoVeja os peers com getconnectioncount (ou getpeerinfo para detalhes). O nó encontra peers sozinho, através dos nós semente fixos que vêm no programa.
Torne seu nó público (opcional, ajuda a rede)
Um nó que valida não precisa disso — mas aceitar conexões de entrada na porta TCP 9342 permite ajudar outros nós. Você precisa de duas coisas:
Teste a partir de outra rede (não a sua própria LAN). Você só está público quando o getpeerinfo mostra peers de entrada. Escutar localmente, ter conexões de saída ou o firewall do PC aberto não provam isso — o roteador, o CGNAT, seu provedor, um IP público mutável ou um firewall IPv6 separado ainda podem bloquear.
Segurança
Problemas comuns
Zero peers? Espere alguns minutos; confirme networkactive=true em getnetworkinfo; verifique o relógio do sistema; confirme que roda com -chain=brisvia e não com uma pasta de testnet; veja o debug.log. Use addnode apenas como diagnóstico temporário — o programa já traz nós semente fixos.
Sem conexões de entrada? Verifique listen=1, o firewall, o encaminhamento de portas, o CGNAT, seu IP público, e IPv4 vs IPv6.
RPC não responde? Mesmo -chain e -datadir, o processo está rodando, o cookie existe, e você usa a porta local 9338. Não a abra à internet.
Cadeia errada? A mainnet é chain=brisvia, P2P 9342, RPC 9338, gênese aa6bc268…af7baf7. Parâmetros completos na página de Integração.